HRT, 2008-07-01
HRT domina no Regional PentaControl (notícias) Inserido Wednesday 02 July 2008 00:37
António Maio e Paulino Cruz ganham em Monchique (notícias) Inserido Wednesday 02 July 2008 00:26
Campeonato Nacional de Todo-Terreno - 2008
António Maio nas motos, e Paulino
Cruz entre os Quads, foram os vencedores absolutos da Baja Serra de
Monchique, disputada sob calor intenso. Em consequência, Cruz
ficou mais destacado na liderança do Campeonato de Quads,
enquanto António Maio reforçou as suas
pretensões ao título.
29-06-2008
22:33:34
Esta quarta jornada do Campeonato Nacional de Todo-Terreno reuniu 58 pilotos – 32 nas motos e 26 nos Quads – número relativamente reduzido, mas o lote de participantes integrava as principais figuras da competição, seja em termos de "Nacional" absoluto ou por classes.
O calor apertou este fim-de-semana, e como tal o pó também foi inseparável companheiro do pelotão nos 250 Km de sector selectivo hoje disputado. Os pilotos partiram separados por intervalos de um minuto, e o ordenamento registado no Prólogo teve importância para o desempenho no sector selectivo.
Mais rápido no Prólogo, António Maio abriu o percurso, livrando-se assim de pó projectado por outros concorrentes. Uma vantagem que o piloto explorou bem, pois rodou sem falhas para vencer destacado. A diferença final de 29 segundos sobre Mário Patrão não expressa fielmente o resultado de hoje, pois Maio viu o seu tempo total acrescido com uma penalização de 2 minutos, por ter "queimado" a partida no Prólogo.
Mário Patrão teve de "andar no pó" lançado por Gustavo Gaudêncio até à primeira assistência, sensivelmente aos 75 Km de percurso. Depois, o piloto beirão acelerou, ganhando cerca de cinco minutos de avanço sobre o rival. No Campeonato absoluto Patrão continua na frente, seguido de Gaudêncio e Maio. Porém, como os pilotos têm de desprezar a pior pontuação e até agora Maio já falhou um resultado, a situação deste piloto é mais favorável do que a pontuação actual sugere.
Também sem percalços dignos de nota, David Megre terminou no 4.º posto absoluto – e primeiro da classe TT1 – com um minuto de vantagem relativamente a Filipe Sampaio, enquanto o algarvio Nuno Mateus foi 6.º colocado. Na classe Promoção levou a melhor Eduardo Cardoso.
Passando aos Quad, no Prólogo o mais rápido foi Paulino Cruz, seguido por João Lopes e André Rocha – o trio que hoje travou uma intensa batalha pela vitória no sector selectivo. A diferença entre eles foi sempre muito pequena até ao derradeiro sector do percurso – os 70 Km finais, sensivelmente – onde Lopes e Rocha se debateram com o superior desgaste dos seus pneus. Aliás, João Lopes chegou ao fim com os pneus "carecas", e Rocha mesmo com uma borracha traseira rebentada. Assim, apenas nesta fase Paulino Cruz conseguiu angariar uma margem mais dilatada para os perseguidores, assegurando a sua terceira vitória consecutiva na presente época.
Luís Engeitado, depois de ter perdido o banco no Prólogo, foi o quarto a saír para o percurso e também terminou a prova nessa mesma posição. Bastante mais afastado chegou o 5.º colocado e primeiro na classe Promoção, Carlos Miranda. Quanto à classe Q2 (até 400cc), impôs-se Sérgio Silva, também 7.º na "geral", que no Prólogo tinha feito apenas o 14.º tempo por ter deixado o motor ir abaixo.
Na lista de abandonos avultavam os nomes de Simão Correia e José Galhofas, devido a problemas mecânicos, e pelo caminho ficou também Roberto Borrego, piloto que tinha dominado as anteriores provas na classe de Promoção.
Gab. Imprensa Federação Nacional de Motociclismo
Pedro Bianchi Prata termina em 1º lugar da classe e 6º lugar da geral. (Rally dos Sertões) Inserido Sunday 29 June 2008 01:46
| Pedro Bianchi Prata termina Rally dos Sertões em 1º lugar da classe e 6º lugar da geral. | ||
| 27.06.2008 | ||
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A 10ª e última etapa do Rally dos Sertões terminou hoje à tarde após uma especial cronometrada entre Mossoró e Natal de 130km, a mais curta de toda a prova. Esta etapa, com um trajeto muito técnico e exigente a nível de navegação é também considerada a mais bonita de todas. |
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Pedro Bianchi Prata termina Rally dos Sertões em 1º lugar da classe e 6º lugar da geral.
A 10ª e última etapa do Rally dos Sertões terminou hoje à tarde após uma especial cronometrada entre Mossoró e Natal de 130km, a mais curta de toda a prova. Esta etapa, com um trajeto muito técnico e exigente a nível de navegação é também considerada a mais bonita de todas. Os primeiros 50km de especial de retas longas de piçarra e lama contrastaram com o restante do percurso de areia e dunas grandes, levando os pilotos ao extremo da praia para fazer o retorno à beira mar.
“Este Rally é um verdadeiro teste à nossa capacidade física e psicológica. No total, percorremos mais de 4.734km de distancia, 2.514km dos quais foram especiais cronometradas. A diversidade de percursos e terreno que compõem a prova faz deste Rally um verdadeiro desafio. Sinto-me satisfeito com a minha prestação e adorei participar nos Sertões, que apesar de duro, é também uma prova que nos dá a oportunidade de ver paisagens lindas e viver experiências únicas.” Relatou o piloto Portuense, do Team Bianchi Prata / VODAFONE. “Não arrisquei nada nesta última etapa. Todos os pilotos sabem que nesta fase, arriscar é inútil pois vencer este rally nunca depende do nosso desempenho na última etapa mas sim durante a prova toda. Por isso levei esta etapa muito à seria, por ser muito técnica e muito exigente a nível de navegação. Não queria pôr em causa todo o meu trabalho e esforço dos 9 dias de prova para chegar ao último dia e cometer um erro que podia prejudicar toda a minha prestação. Adorei a especial, estar perto do mar e andar nas dunas é um privilégio. E agora, é celebrar a minha vitória e a vitória dos outros. Acabar esta prova em 1º lugar da classe e em 6º lugar da Geral é bom. Para o ano, há mais!” Concluiu o Pedro Bianchi Prata representante do ACP Moto e Bp Ultimate.
Gabinete de Imprensa Bianchi Prata Fotos: Renata Giorgi |
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Edição 2008 foi a melhor de todos os tempos (Rally dos Sertões) Inserido Sunday 29 June 2008 01:46
Rally Internacional dos Sertões – “Edição 2008 foi a melhor de todos os tempos”, diz Marcos Moraes
28/06/2008
Presidente da Dunas Race, que organiza e promove o maior rali das Américas, destaca os pontos positivos da 16a edição; Evento foi aprovado ainda pelos campeões, durante coletiva de imprensa em Natal (RN)
Natal (RN) – O melhor de todos os tempos. O Rally Internacional dos Sertões 2008 foi definido desta forma por Marcos Moraes, presidente da Dunas Race, que organiza e promove a maior prova off-road das Américas. A 16a edição foi aprovada ainda pelos campeões das quatro categorias – Giniel de Villiers / Dirk von Zitzewitz (carros), José Hélio (motos), Edu Piano / Sólon Mendes / Davi Fonseca (caminhões) e Robert Nahas (quadriclos) – durante coletiva de imprensa realizada neste sábado em Natal (RN).
Para chegar até a capital potiguar, os participantes largaram de Goiânia e enfrentaram 4.734 quilômetros, 2.569 deles de trechos cronometrados, em 10 etapas de disputas. “Foi o melhor Sertões de todos os tempos. Nos carros, recebemos equipes internacionais, como a da alemã Volkswagen e a da Polônia. Pela primeira vez tivemos equipes oficiais de fábrica na disputa, a Volks e a austríaca KTM entre as motos”, destacou Marcos Moraes.
Outros pontos positivos foram o percurso, que passou ainda pelos Estados do Tocantins, Maranhão, Piauí e Ceará, e o Super Prime. “Conseguimos montar um roteiro fantástico, com 80% do percurso inédito, e ainda inovamos com o Super Prime noturno em Goiânia. Foi um verdadeiro show para o público”, continuou Marcos Moraes, reforçando que, para 2009, os locais de largada e de chegada devem ser mantidos pela organização.
Campeões aprovam Sertões 2008 – O brasileiro José Hélio (Honda) – que conquistou o tetracampeonato entre as motos ao deixar para trás feras do off-road como Cyril Despres, Marc Coma e Davi Casteu – elogiou a prova. “A organização se superou, conseguiu fazer especiais longas, travadas e extremamente técnicas. Foi um rali perfeito. Deve ter dado muito trabalho para fazer um levantamento de roteiro tão especial, com 80% de percurso inédito”, comentou o piloto.
Giniel de Villiers (África do Sul), piloto da Volkswagen que faturou o título dos carros ao lado do navegador Dirk von Zitzewitz (Alemanha), ficou fascinado com as belezas naturais do Brasil. “Quero voltar para cá de férias”, disse, com bom humor. “Foi a primeira vez que viemos ao Brasil e encontramos pessoas amáveis e um país lindo. Aproveitamos para investir ainda na preparação para o Dakar do ano que vem, que será na Argentina e no Chile”, lembrou.
Robert Nahas (Honda), bicampeão dos quadriciclos, falou sobre as dificuldades que encontrou nas trilhas. “O percurso foi técnico e extremamente difícil para os quadriciclos. A prova foi perfeita, com trajetos espetaculares e ótima logística de apoio. Ainda sinto o gosto da vitória”, revelou. Edu Piano, que conduziu o caminhão Ford para o bicampeonato ao lado dos navegadores Sólon Mendes e Davi Fonseca, também elogiou o evento. “Foi uma prova fantástica. A mais técnica que disputei até hoje”, garantiu o piloto, agradecendo a presença de seus familiares.
Ação Social – Na coletiva de imprensa, Luis Salvatore, que coordena o trabalho de ação social do Rally dos Sertões, adiantou alguns resultados da iniciativa. O principal objetivo é aplicar desenvolvimento sustentável nas escolas que fazem parte do roteiro do maior rali das Américas, sendo que os trabalhos são divididos em três fases durante o ano (antes, durante e outra depois do Sertões). Foram realizados até agora mais de 12 mil atendimentos e benefícios médicos, sendo que os voluntários do Instituto Brasil Solidário atuam em outras diversas áreas, como educação, saúde e cultura. A ação social tem a média de 2.500 pessoas atingidas por dia de trabalho.
Rali dos Sertões: Portugueses terminam em grande (Rally dos Sertões) Inserido Saturday 28 June 2008 23:54
Terminou da melhor forma para os pilotos portugueses a participação no rali dos Sertões, no Brasil, segunda ronda da Taça do Mundo de TT, com Pedro Bianchi Prata (Bianchi Prata Competições) e Ruben Faria (Lagos Team) a vencerem as respectivas classes e a garantirem um lugar entre os dez primeiros da geral. Hélder Rodrigues (Lagos Team) contribuiu para a dobradinha da sua equipa na classe Produção 450cc. O brasileiro José Hélio (Honda) repetiu o triunfo do ano passado, superiorizando-se ao oficial KTM Cyril Desprès. Hoje coube a Ruben Faria abrir o percurso, em virtude da vitória na penúltima tirada. O piloto algarvio liderou parte da etapa, entre Mossoró e Natal, na distância de 130km (a mais curta de toda a prova, com um trajeto muito técnico e exigente a nível de navegação é também considerada a mais bonita de todas, em que os primeiros 50km de especial tinham longas retas de piçarra e lama contrastaram com o restante do percurso de areia e dunas grandes, levando os pilotos ao extremo da praia para fazer o retorno à beira mar), perdendo algum tempo na zona de dunas, onde seria ultrapassado por Despres. Faria terminou a 16ª edição da prova no quinto lugar da geral, perdendo o quarto para Marc Coma (KTM), vencedor do dia. “Pensei que esta prova fosse mais fácil, mas no final das contas foi um autêntico Dakar. O facto de termos realizado o melhor tempo do Prólogo e ganho mais duas etapas, entre elas a maior de sempre desta prova, é muito bom para o Lagos Team. Não é só no Dakar que teve saída de Lisboa que nós vencemos especiais…”, disse Ruben Faria, que foi o primeiro líder do rali e fez uma dobradinha na classe 450 Promoção com o seu colega de equipa. Durante toda a prova Ruben andou em luta directa com a “armada” oficial da KTM, Cyril Despres, David Casteau e Marc Coma, cotados entre os melhores do Mundo: “fiz a etapa de hoje com eles, mas na praia tive de parar com problemas no depósito e perdi bastante tempo”. Hoje terminou o dia no sexto lugar. Já Pedro Bianchi Prata terminou o dia no 27º lugar, mas garantiu o sexto posto da geral e a vitória na classe EX 450cc. “Este rali é um verdadeiro teste à nossa capacidade física e psicológica. No total, percorremos mais de 4.734km de distância, 2.514km dos quais foram especiais cronometradas. A diversidade de percursos e terreno que compõem a prova faz deste rali um verdadeiro desafio. Sinto-me satisfeito com a minha prestação e adorei participar nos Sertões, que apesar de duro é também uma prova que nos dá a oportunidade de ver paisagens lindas e viver experiências únicas,” relatou o piloto portuense. “Não arrisquei nada nesta última etapa. Todos os pilotos sabem que nesta fase, arriscar é inútil pois vencer este rali nunca depende do nosso desempenho na última etapa mas sim durante a prova toda. Por isso levei esta etapa muito à seria, por ser muito técnica e muito exigente a nível de navegação. Não queria pôr em causa todo o meu trabalho e esforço dos nove dias de prova para chegar ao último dia e cometer um erro que podia prejudicar toda a minha prestação. Adorei a especial, estar perto do mar e andar nas dunas é um privilégio. E agora, é celebrar a minha vitória e a vitória dos outros. Acabar esta prova em 1º lugar da classe e em 6º lugar da Geral é bom. Para o ano, há mais,” concluiu Pedro Bianchi Prata. Logo atrás, no sétimo lugar, terminou Hélder Rodrigues, segundo na Produção, 34.º do dia. “Missão superada. É claro que estou satisfeito porque foi tão duro como algumas edições do Dakar. É gratificante chegar ao fim no 7º lugar, 2º nas 450 Promoção e 2º piloto português. O Lagos Team colocou as suas duas motos no Top7, o que é magnífico porque decidimos muito em cima da hora vir correr o rali dos Sertões. Era impossível fazer melhor.” Em termos de classificação final, José Hélio venceu, com o tempo de 31h54m33s, deixando Cyril Despres a 4m49s e David Casteu (KTM) a mais de 32m. Foto: Renata Giorgio |
















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