Sem Sector Selectivo
DISTÂNCIA TOTAL : 665 km
Eu quero que o Transorientale termine aos pés da Grande
Muralha da China (René Metge)
A etapa foi conduzir somente na ligação da caravana
através de Huangya Guan, a localiddae em frente da Grande
Muralha da China. 38 motas, 1 quad, 29 carros e 14 camiões
finalmente conseguiram finalizar o Transorientale. Vitória
do eslovaco Katrinak -KTM, na categoria motas, o espanhol
José-Luis Monterde com o belga Jean-Marie
Lurquin no Schlesser Buggy e Charly Gotlib e
Bernard Der Kinderen no MAN.
Ao acordar ( antes que não se torne um hábito) foi
necessário ordenar para alcançar a capital chinesa.
Para tornar o trabalho mais fácil, as autoridades chinesas
coordenaram na perfeição. Eles somente guiaram-nos
através das auto estradas que nos levava a capital, ou
através de atalhos a evitar o trânsito da
capital. Em comboio, os competidores, organizadores, imprensa e o
corpo médico, foram capazes de gozar a eficiência das
boas vindas deste maravilhoso país. Fora da rota, grupos
locais actuaram maravilhosamente e particularmente a FASC, a
Federação Chinesa do desporto automóvel. Eles
entretanto merecem todos os nossos agradecimentos por um trabalho
muito bem feito.
E que entusiasmo da platéia que estava aos pés da
Grande Muralha da China. Os Heróis estava sujeitos a
magnífica recepção. O som dos tradicionais
tambores e vestindo os seus mais bonitos trajes tradicionais, a
apoteótica experiencia chinesa do dia.
René Metge disse isso antes da largada do rally. Ele
desejava era que seus competidores no mais longo rally que vivessem
o sonho de completar este desafio com fogo a frente de um dos mais
visitados monumentos do mundo.
Emoções estavam a flor da pele, quando Katrinak, Ullevalseter e Kolomytsyn, nos guiadores de sua motas, encostaram as motas numa rua estreita, numa vila, com bandeiras por todos os lados, a platéia aplaudiram e foi tocado por todos, começou-se a entender o verdadeiro sacrifício destes cavaleiros dos tempos modernos. Viajando mais de 10 mil km, sob condições climatéricas brutalmente atrocidantes, que os chineses nunca viram, o desafio começou a ganhar admiração e um respeito profundo.
Os pilotos dos carrosestavam capazes de fascinar a
platéia que se juntavam a frente dos Buggies e outros
monstros de aço, borracha e barulho. Era estarnha a
sensação de ver o dragão chinês do outro
lado de François Delecour’s no seu Buggy
protótipo. Finalmente estes dois extremos eram desenhados
entre magnetos e grande gozo para as massas.
Mias braulho e alegria com a chegada dos camiões. Estes
imponentes veículos geriram o encantao com o som dos seus
motores poderosos e enormes estaturas.
Muita fadiga e preocupações, tensões e noites
curtas deixadas para trás. Nesta noite no acampamento como
se fosse um caldeirão de misturas. O encontro com a amizade
e com o convívio. As tensões ficaram para
trás, com rostos relaxados com sorrisos e abraços
eram trocados.
Sim, René Metge tinha triunfado, o Transorientale levou a um
lugar na história do maior rally do mundo.

