| 27 September 2008 | |
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Depois de dois meses de férias, o campeonato MAXXIS FIM WEC reiniciou neste sábado o GRAND PRIX LEOVINCE de ITÁLIA, sétima e penúltima etapa da temporada de 2008. As estrelas do campeonato mundial fizeram face a uma corrida exigente, por causa do rítimo. Com o tempo apertado, os pilotos não tiveram tempo para descanço. Estavam decididos a cumprir as três especiais de Piediluco-Terni, com rapidez e um teste longo de cross, um espectacular Extreme Test e um decisivo Enduro Test. Na corrida para a coroa mundial os favoritos Mika Ahola e Johnny Aubert confirmaram-se. No seu caminho, Stefan Merriman e o promissor Robert Kvarnstrom obtiveram a primeira vitória no WEC. Na mais pequena classe a ENDURO 1, Ivan CERVANTES (ESP-KTM) perdeu terreno para o seu rival. El "Torito" não foi capaz de encontrar um bom rítimo para os primeiros testes. Terminando na 4ª posição, deixando o seu adversário aumentar a distancia entre si.
Johnny AUBERT (FRA-YAM) certamente o mais italiano dos pilotos franceses. Na ENDURO 2, provou ser o melhor no terreno de Terni’s, assumindo a liderança, 18 segundos mais rápido do que Juha SALMINEN (FIN-KTM). nas três últimas etapas do dia, fez-se a contabilidade da vantagem psicológica sobre o o seu rival para a conquista do título.Como nas especiais do ISDE, tr~es semanas antes Alessandro BELOMETTI (ITA-KTM) e Rodrig THAIN (FRA-TM)lutaram pelo pódium, o piloto TM sepor causa de problemas nos travões conseguiu ficar atrás 6.70 s. Na classe gigante ENDURO 3, a surpesa veio do veterano Stefan MERRIMAN (ITA-APR). Confirmando este excelente resultado depois de alguns meses, o australiano brindou a sua primeira vitória para o sucesso de Aprilia no WEC. Merriman dominou claramente a categoria e venceu com 26s de avanço.
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notícias
Ahola e Aubert mais perto do título mundial (notícias) Inserido Thursday 02 October 2008 00:11
WEC Maxxis - GP Europe 11- 12 Outubro 2008 (notícias) Inserido Wednesday 01 October 2008 23:46
Acção no Monte Pilar Nacional .XC (notícias) Inserido Wednesday 01 October 2008 23:41
O Trial tem dado fama ao Monte Pilar – na freguesia de Penamaior, a curta distância de Paços de Ferreira – mas o Cross-Country também já é "freguês" conhecido nessas paragens. O ano passado recebeu a derradeira jornada do Troféu da especialidade, e agora será palco da segunda prova pontuável para o Campeonato de 2008.
Os pilotos vão evoluir num circuito com cerca de 7 Km de perímetro, totalmente novo e de tipo diversificado, alternando zonas rápidas com outras mais técnicas. A acção tem início marcado para as 14 horas, e deve merecer farta afluência de praticantes – na prova inaugural do Campeonato, em Tomar, alinharam nada menos de 75 concorrentes.
Fernando Ferreira chega a esta prova no comando do Campeonato, ele que vai correr agora na sua região – pois este piloto é de Vila Boa de Quires. Por outro lado, a esmagadora maioria dos participantes continua a concentrar-se nos Troféus Nacional e de Promoção, cujos actuais líderes são Otílio Portela e António Pereira, respectivamente.
Esta jornada será também a segunda pontuável para o Troféu Regional Norte. Por sua vez, o Campeonato Nacional vai entrar em "ritmo de cruzeiro", pois as quatro provas em falta disputam-se com intervalos de quinze dias entre si.
Campeonato:
1.º Fernando Ferreira (Yamaha) 25 pontos; 2.º Gonçalo
Bandeira (Suzuki) 22; 3.º Hélio Santos (Beta)
20.
Troféu Nacional:
1.º Otílio Portela (Husqvarna) 25; 2.º Luís Carreira
(Husqvarna) 22; 3.º Joel Paiva (Suzuki) 20; 4.º Ricardo Silvério
(Suzuki) 18; 5.º Henrique Duarte (Honda) 16; 6.º Pedro Vitorino
(KTM) 15; etc.
Troféu de Promoção:
1.º António Pereira (Yamaha) 25 pontos; 2.º Filipe Rei (KTM) 22; 3.º Henrique Kiki (Honda) 20; 4.º Nuno Silva (Suzuki) 18; 5.º José Vieira (Yamaha) 16; 6.º João Rei (KTM) 15; etc.
Nacional Todo-Terreno - Muitos ao ataque em Castelo Branco (notícias) Inserido Wednesday 01 October 2008 23:37
O "Nacional" TT está de regresso após três meses de interregno no caso das motos, e um mês para os Quads, pois esta categoria teve mais uma jornada específica no início de Setembro. No reatamento, face ao estado actual das classificações, os candidatos aos títulos vão ter de atacar forte em terras da Beira Baixa, para cimentar posições ou reforçar aspirações, seja a nível absoluto ou nas diversas classes existentes.
No Campeonato Absoluto das motos, três pilotos concentram as atenções. Aparentemente, Mário Patrão e Gustavo Gaudêncio surgem destacados de António Maio, mas é preciso recordar que cada piloto despreza o pior resultado para a contabilidade final. Ora, Patrão e Gaudêncio pontuaram em todas as ocasiões até ao momento (têm como pior resultado actual 22 e 18 pontos, respectivamente), enquanto Maio já desistiu uma vez, pelo que reterá integralmente os pontos que venha a conquistar. Assim, entende-se que avançam para Castelo Branco numa situação bastante equilibrada, pelo que ganhar esta prova pode ser muito importante na hora de fechar as contas!
Muito interessante está também o confronto nas hostes dos Quad. Entre os oito primeiros da tabela absoluta, só André Rocha e Sérgio Silva marcaram pontos em todas as saídas anteriores (qualquer deles tem 8 pontos como pior desempenho). Por outro lado, Paulino Cruz encontra-se destacado na liderança, mas esteve inactivo durante quase dois meses, devido a lesão. O piloto está inscrito para Castelo Branco e, se alinhar, o seu ritmo competitivo poderá ressentir-se da paragem, em benefício das aspirações de um "grupo de furiosos", capitaneados por Luís Engeitado e João Lopes – estes apenas separados por 1 ponto.
Esta penúltima jornada do Campeonato começa na Sexta-feira à tarde, com a Super-Especial traçada a Nordeste de Castelo Branco. Depois, no Sábado o pelotão enfrenta dois sectores selectivos, de 58 e 143 Km, o mais longo dos quais se estende essencialmente para Sul, até às imediações de Vila Velha de Ródão, seguindo-se o regresso em direcção à cidade albicastrense.
Mapa Dakar series PT (notícias) Inserido Saturday 06 September 2008 00:47
Lisboa: a paixão pela Cidade Branca
O grande circo inicial deste Pax Rally 2008 será montado na capital portuguesa, para que se procedam às verificações técnicas e administrativas dos concorrentes inscritos para a prova. A data desta operação é 09 de Junho, uma terça-feira, e o local escolhido é o Parque Eduardo VII, uma zona central de Lisboa, espaçosa e arborizada, com tradição nos desportos motorizados. Esse foi o local escolhido, há algumas décadas, como partida do Rally de Portugal, por alturas em que era considerado um dos melhores a nível mundial.
Bem no coração da cidade, encostado à bela praça do mesmo nome e que tem como figura central o Marquês de Pombal, o Parque Eduardo VII é o local ideal para atrair milhares e milhares de entusiastas do Todo-o-Terreno, sempre ansiosos por poderem estar junto dos seus ídolos e das respectivas máquinas de competição.
O Parque Eduardo VII é um local de entrada livre, com os mais variados acessos e transportes. Na sua qualidade de maior parque da capital portuguesa, fruto dos seus 26 hectares de extensão, apresenta valências diversas, entre estufas de árvores e plantas, restaurantes, esplanadas, parque de merendas, complexo de ténis, ginásio, piscina, e é igualmente palco de outros acontecimentos, como a célebre Feira Anual do Livro. Inicialmente denominado Parque da Liberdade, em 1903, foi rebaptizado Eduardo VII, em homenagem ao monarca inglês que visitou Lisboa nessa ocasião.
À semelhança do que se vivia na Praça do Império, com a partida do Dakar, a JLS centraliza ainda mais a excitação e espectáculo da prova, já que será no cenário do Parque Eduardo VII, junto à Praça do Marquês, que vai ficar instalado o pódio de partida. O primeiro veículo sairá no dia 10 de Setembro, logo pela manhã.
Lisboa-Castelo Branco: viagem ao centro da cidade
A etapa que sai do Parque Eduardo VII é de sentido único, em direcção à Beira Baixa, terminando este primeiro compromisso em plena capital de distrito, bem no centro de Castelo Branco.
A jornada inicia-se com um percurso de ligação a rondar a centena e meia de quilómetros, transportando-se os concorrentes para lá do rio Tejo, já nas franjas da Beira Baixa, onde enfrentarão, então, a etapa especial, numa distância que terá cerca de 220 quilómetros.
A especial será disputada já em zona montanhosa, florestal, em percurso sinuoso, entre montes e vales, com passagens pelos concelhos de Mação, Vila do Rei e Oleiros. Os concorrentes correrão por zonas de vegetação diversificada, entre arbustos e arvoredo, com predominância para o pinheiro, a oliveira, o sobreiro e o eucalipto.
Mesmo com alguma variação, o solo é maioritariamente constituído por xisto, por vezes argiloso, sendo, igualmente de relevar na paisagem envolvente o número elevado de zonas aquáticas e cursos de água, entre riachos, ribeiros e cascatas, com brilho especial para o Rio Zêzere e a Barragem de Castelo do Bode.
Como acima se refere, a etapa, após a exigência de uma especial que satisfará pilotos e público, já em percurso de ligação, termina com um controlo de passagem no centro da cidade onde nasceu a Escuderia de Castelo Branco, parceiro organizativo que, pela sua disponibilidade e competência, leva até às suas origens uma grande prova de TT.
Pelo núcleo albicastrense pernoitará a caravana do Pax Rally 2008, com o Parque de Assistência Fechado a ser instalado em local a designar brevemente.
Castelo Branco-Benavente: rumo à planície!
Mesmo que os concorrentes tenham poucas hipóteses de uma visita com pormenor, Castelo Branco é uma daquelas cidades em que a história tem presença marcante. O brilhante Jardim do Paço Episcopal (de 1725), o Parque da Cidade, o Castelo dos Templários e o Museu Francisco Tavares Proença Jr., sedeado no antigo Paço Episcopal e rico em peças arqueológicas, tapeçarias, numismática e pintura quinhentista, são pérolas a não perder nesta urbe do centro do país.
É daqui que sairá a segunda etapa do Pax Rally 2008, com os concorrentes a rumarem para a planície ribatejana, até à chegada a Benavente. No total, serão 450 quilómetros, com a especial a superar o percurso de ligação, já que terá uma extensão de 230 quilómetros.
Após a saída do terreno albicastrense, a caravana irá atacar um percurso de retorno mais junto à raia de Espanha, igualmente por terrenos a exigirem capacidades e estilos diversificados de condução, algo à imagem do cenário que rodeará os pilotos. Melhor exemplo dessa variedade é o que se passa pela zona da Idanha, região em que o quartzo e o granito preenchem solos diversificados, entre planície e montanha, e onde carvalho, oliveira, azinheira e sobreiro dominam. Uma paisagem atraente, rica e variada, com nichos naturais de excepção, onde vive uma fauna rica e protegida. Lobos, javalis, veados, raposos, grifos, águias ou garças-reais estão em sua casa, por obra de um habitat de excepção.
Em plena continuidade deste panorama, seja na fauna, na flora ou na componente geográfica pura, mesmo em plena zona do Tejo Internacional, com as suas célebres Portas do Ródão, o Pax Rally transporta, então, os seus elementos pela região de Vila Velha do Ródão. Em plena transição para o Alto Alentejo, uma chamada de atenção para a herança histórica do concelho de Vila Velha do Ródão, possuidor de marcas arqueológicas de grande valor, em períodos como o pré-histórico, romano ou medieval.
O Tejo aglutina e separa, com passagem para o concelho de Nisa – outra terra cheia de vestígios da história – e dá-se entrada no Alto Alentejo. Altera-se o que vista absorve e parte-se para outros terrenos. Que agora são de Gavião, um espaço de encontros, onde se cruzam caminhos e gentes, com a cultura e costume de Alentejo, Beira e Ribatejo nos horizontes.
Benavente-Alcochete: Percorrer a Lezíria
E aqui estamos para a etapa da Lezíria. Uma zona com mais de oito séculos de história portuguesa, cujos primórdios remontam ao repovoamento ordenado pelo monarca D. Sancho I. A agricultura e o gado são marcas desta região, entre esteiros, valados e a memória sempre presente do Tejo na plana paisagem dita ribatejana.
Depois do repouso em Samora Correia, os concorrentes ao Pax Rally 2008 vão viver o que, em Janeiro último, estava programado como etapa inicial do Euromilhões Lisboa-Dakar. Após a partida em Benavente, os pilotos terão pela frente um percurso de 240 quilómetros, com a especial a dominar a distância, por obra dos seus 190 quilómetros.
Por terrenos arenosos, em condução exigente, a especial entrará em duas propriedades de enorme tradição no Ribatejo: a Companhia das Lezírias e a Carreira de Tiro da Força Aérea Portuguesa. São duas zonas vizinhas, mas com destinos naturalmente diferentes, nomeadamente no caso da Companhia das Lezírias, a maior exploração agro-pecuária e florestal existente em Portugal. Um autêntico paraíso verde para o ser humano e para as espécies animais, onde o arroz, o vinho, os cavalos, o azeite e o agro-turismo são incontornáveis referências de excelência.
Em espaço nobre, acessível, para gáudio do muito público que seguramente estará presente, temos, portanto, uma etapa maioritariamente plana, rápida, mas com pisos a exigirem grande fiabilidade na condução.
Este terceiro trecho competitivo do Pax Rally 2008 irá terminar no centro de Alcochete, um vila muito agradável, situada na margem sul do Tejo, em que os marcos da história passada se misturam com um desenvolvimento actual surpreendente.
Alcochete-Portimão: Etapa de decisões
A etapa que vai ligar a planície ribatejana à costa algarvia, mais precisamente entre Alcochete e Portimão, poderá muito bem ser a tal das grandes decisões deste Pax Rally 2008. Uma tirada dura, não só pela distância a percorrer, por ser a mais longa, mas igualmente por obra dos outros ingredientes muito especiais que a constituem. Quem se recorda da brilhante e vibrante “especial” que os pilotos do Dakar tiveram que fazer por estas bandas em 2007, naquela que foi considerada uma das etapas mais duras em areia do Lisboa-Dakar desse ano, terá uma ideia aproximada do que agora se viverá. Para este Pax Rally 2008, teremos uma especial com qualquer coisa como 300 quilómetros de extensão, a que devemos acrescentar outros 220 quilómetros em percursos de ligação. Preparem-se os pilotos e o público para um espectáculo de condução diversificada, com muita areia, rapidez e navegação a rodos na primeira parte da etapa, para, mais à frente, as coisas mudarem e passarmos a outro piso bem mais duro, a suportar caminhos sinuosos. Tudo condimentos para um grande espectáculo de Todo-o-Terreno, bem na tradição daquilo a que já se habituaram a ter por estes lados os apaixonados desta modalidade desportiva.
Portimão-Portimão: A derradeira oportunidade
Portimão é hoje uma urbe de excepção no mapa de Portugal. Autêntica âncora do Barlavento algarvio, constitui-se como um pólo dinâmico de desenvolvimento social e empresarial, apresentando um crescimento verdadeiramente exemplar nos mais diversos sectores. Quem não tenha visitado Portimão nos últimos anos, terá dificuldades em reconhecer a cidade actual, pujante de modernidade e evolução. Não se perdeu, no entanto, a história de uma região com muita marcas de diferentes civilizações, desde os primeiros vestígios do neolítico, passando pela romanização e a presença árabe.
Pelos dias de hoje, para além de outras actividades tradicionais e prestação de serviços, o turismo é referência máxima, com uma oferta de vulto, servida por excelentes infra-estruturas, bons meios de acesso e altamente profissionalizada. Por opção da autarquia, os grandes eventos desportivos têm presença regular no calendário cultural e social de Portimão, em especialidades distintas, como, entre outras, a vela, o ciclismo, o motociclismo ou o automobilismo.
Habituados a receber a passagem do Dakar nos últimos anos e poderem presenciar as poderosas máquinas em competição, os portimonenses têm de novo a oportunidade de retornarem às emoções dos grandes dias, com a discussão na sua área da derradeira etapa deste Pax Rally 2008. É uma etapa curta e rápida, muito competitiva, com uma especial de 65 quilómetros, onde todos os segundos contam. É a derradeira oportunidade para inverter a classificação!
Será nesta cidade que encerrará o PAX Rally 2008, com a habitual subida ao pódio e coroação dos vencedores.





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